Em Itabira, falar de inclusão é falar de uma história construída com compromisso, cuidado e transformação. Essa trajetória ganhou um capitulo especial com a celebração dos 30 anos do Centro Municipal de Apoio Educacional (CEMAE), que reuniu servidores da educação e da saúde, profissionais do próprio centro, alunos, ex-alunos e familiares, e todos protagonistas de uma trajetória construída com compromisso, cuidado e transformação.
A celebração contou com a presença de nomes que fazem parte dessa história, como a primeira diretora do CEMAE, Dalva Labruna, o prefeito Marco Antônio Lage, a secretária de Educação Rejane Penna, a secretária de Governo Dulce Citi e a atual diretora do centro, Cleusa Reis.
Criado pela Lei Municipal nº 3.976, em 10 de abril de 1996, o CEMAE nasceu com a missão de garantir o direito à educação para crianças e adolescentes público-alvo da Educação Especial. Três décadas depois, se consolida como o eixo que organiza e sustenta a política de educação inclusiva em Itabira.
Durante a celebração, a diretora do CEMAE, Cleusa Reis, destacou a força coletiva que sustenta essa trajetória. “O CEMAE é construído todos os dias por muitas mãos. Cada profissional, cada escola e cada família faz parte dessa rede de cuidado. São 30 anos garantindo que a inclusão aconteça de verdade, no dia a dia dos nossos alunos. É um trabalho que transforma vidas e nos enche de orgulho”, afirmou.
Hoje, cerca de 559 alunos com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades/superdotação são acompanhados pelo centro, todos matriculados na rede municipal de ensino. Em Itabira, a inclusão não acontece à parte, ela acontece dentro da escola, no convívio, na aprendizagem compartilhada e no cotidiano da sala de aula.















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