No próximo dia 19 de março, o município histórico de Congonhas (MG) será o epicentro das discussões sobre o futuro da mineração no Brasil. A AMIG Brasil (Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil) promoverá sua 61ª Assembleia Geral, reunindo prefeitos, prefeitas e gestores públicos de seus municípios associados para uma jornada de debate estratégico, união política e técnica.
O encontro ocorre em um momento crucial. O setor mineral passa por transformações profundas, e os municípios, que sentem na pele os impactos diretos da extração, precisam assumir o protagonismo na definição de políticas que garantam justiça fiscal e segurança operacional.
Pautas Prioritárias: O Equilíbrio Necessário
A pauta da 61ª Assembleia foca em dois pilares fundamentais para a sustentabilidade das cidades mineradoras:
1. A Revisão das Alíquotas da CFEM
A Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) é o "royalties" da mineração, um recurso indispensável para que os municípios possam investir em infraestrutura, saúde e diversificação econômica. No entanto, o cenário atual exige uma revisão urgente das alíquotas.
A AMIG defende que a arrecadação deve ser proporcional à riqueza extraída e ao ônus suportado pelos territórios. Ajustar essas taxas não é apenas uma questão financeira, mas um imperativo ético para garantir que o patrimônio mineral finito deixe um legado de prosperidade para as gerações futuras, e não apenas cicatrizes ambientais.




.jpg)










/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/w/7/HsNdQ9QO2WcoercuoHaA/afp-20260224-98th6g3-v1-highres-brazilweatherclimatelandslide.jpg)
O que pode explicar a força da água: especialistas apontam que o relevo montanhoso da região e o oceano até 3°C mais quente 


