Dezenove estados e DF têm em 2025 o menor desemprego já registrado

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Itabira,24/02/2026

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Dezenove estados e DF têm em 2025 o menor desemprego já registrado

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Dezenove estados e DF têm em 2025 o menor desemprego já registrado


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Dezenove estados e o Distrito Federal (DF) fecharam o ano de 2025 com a menor taxa de desemprego registrada na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



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Para o país como um todo, o ano de 2025 terminou com taxa de desemprego de 5,6%, a menor já registrada na série histórica iniciada em 2012, conforme anunciou o IBGE no fim de janeiro. 

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.



Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.



Mínimas históricas



As unidades da federação (UF) que alcançaram a taxa mínima de desemprego foram:



Mato Grosso: 2,2%



Santa Catarina: 2,3%



Mato Grosso do Sul: 3%



Espírito Santo: 3,3%



Paraná: 3,6%



Rio Grande do Sul: 4%



Minas Gerais: 4,6%



Goiás: 4,6%



Tocantins: 4,7%



São Paulo: 5%



Paraíba: 6%



Ceará: 6,5%



Pará: 6,8%



Maranhão: 6,8%



Distrito Federal: 7,5%



Amapá: 7,9%



Sergipe: 7,9%



Rio Grande do Norte: 8,1%



Amazonas: 8,4%



Bahia: 8,7%



Apesar de não ter vivenciado queda na taxa de desemprego, Rondônia fechou o ano em 3,3%, quarto menor índice do país. O recorde de mínima da desocupação do estado do norte foi 3,1%, em 2023.



De todos os estados que atingiram os menores índices de desemprego em 2025, o único que não apresentou queda na comparação com 2024 foi o Amazonas, que repetiu a marca de 8,4%.



Doze UFs abaixo da média



Os dados consolidados de 2025 revelam que das 27 UFs, 12 ficaram abaixo da média nacional (5,6%); e 15 superam o desemprego médio no país. Três estados do Nordeste apresentam as maiores desocupações.



Veja o ranking:



Mato Grosso: 2,2%



Santa Catarina: 2,3%



Mato Grosso do Sul: 3,0%



Espírito Santo: 3,3%



Rondônia: 3,3%



Paraná: 3,6%



Rio Grande do Sul: 4,0%



Goiás: 4,6%



Minas Gerais: 4,6%



Tocantins: 4,7%



São Paulo: 5,0%



Roraima: 5,1%



Média Brasil: 5,6%



Paraíba: 6,0%



Ceará: 6,5%



Acre: 6,6%



Maranhão: 6,8%



Pará: 6,8%



Distrito Federal: 7,5%



Rio de Janeiro: 7,6%



Sergipe: 7,9%



Amapá: 7,9%



Rio Grande do Norte: 8,1%



Alagoas: 8,3%



Amazonas: 8,4%



Bahia: 8,7%



Pernambuco: 8,7%



Piauí: 9,3%



Informalidade



A pesquisa do IBGE permite identificar desigualdades no nível de informalidade do mercado de trabalho ao longo do país. Enquanto o país terminou 2025 com informalidade de 38,1%, 18 estados ficaram acima dessa marca, com destaque negativo para as regiões Norte e Nordeste.



Na informalidade, trabalhadores não têm garantidos direitos como cobertura previdenciária, 13º salário, seguro-desemprego e férias, por exemplo.



Veja o nível de informalidade nas UFs:



Maranhão: 58,7%



Pará: 58,5%



Bahia: 52,8%



Piauí: 52,6%



Ceará: 51%



Amazonas: 50,8%



Paraíba: 49%



Sergipe: 48,2%



Pernambuco: 47,8%



Alagoas: 47,5%



Rondônia: 46,1%



Acre: 45,2%



Amapá: 44,2%



Roraima: 40,3%



Tocantins: 39,7%



Espírito Santo: 39%



Rio Grande do Norte: 39%



Rio de Janeiro: 38,5%



Média Brasil: 38,1%



Minas Gerais: 36,8%



Mato Grosso: 36,3%



Goiás: 35,1%



Mato Grosso do Sul: 32,1%



Paraná: 31,6%



Rio Grande do Sul: 31,4%



São Paulo: 29%



Distrito Federal: 27,3%



Santa Catarina: 26,3%



O IBGE aponta ainda que o DF e oito estados fecharam o ano com rendimento mensal do trabalhador acima da média do país (R$ 3.560).



O DF lidera com sobra o ranking, explicado pelo grande contingente de funcionários públicos na capital federal, que conseguem uma remuneração acima da média da iniciativa privada.



Distrito Federal: R$ 6.320



São Paulo: R$ 4.190



Rio de Janeiro: R$ 4.177



Santa Catarina: R$ 4.091



Paraná: R$ 4.083



Rio Grande do Sul: R$ 3.916



Mato Grosso do Sul: R$ 3.727



Mato Grosso: R$ 3.688



Goiás: R$ 3.628



Média Brasil: R$ 3.560



Espírito Santo: R$ 3.497



Roraima: R$ 3.438



Rondônia: R$ 3.362



Minas Gerais: R$ 3.350



Tocantins: R$ 3.129



Amapá: R$ 3.089



Rio Grande do Norte: R$ 3.003



Sergipe: R$ 2.855



Acre: R$ 2.794



Amazonas: R$ 2.733



Pernambuco: R$ 2.666



Paraíba: R$ 2.577



Piauí: R$ 2.561



Alagoas: R$ 2.531



Pará: R$ 2.508



Ceará: R$ 2.394



Bahia: R$ 2.284



Maranhão: R$ 2.228



Ao fazer comentários sobre a Pnad, o analista da pesquisa, William Kratochwill, explica que a mínima histórica em 2025 “decorre do dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionados pelo aumento do rendimento real”.




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